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Finais e começos são inseparáveis!



Despedir-se de uma fase e saudar uma nova é revigorante.

Mudanças são constantes na minha vida, desde muito pequena.

Já mudei de cidade, de trabalho, de relacionamento.

E em todas as mudanças aprendi que quando o amor está presente, ele se basta, pode acreditar nisso.

Nós não fomos educadas para viver o amor corretamente. Não sabemos amar, não sabemos desfrutar do amor. Somos adestradas para viver o amor como se fosse uma relação que precisa sempre ter muitos problemas. Associamos relacionamentos sérios com sacrifícios, sofrimento, culpa, complicação. É como se fosse um combinado indissociável: amor tem de ser complicado e pesado, com crises.

Mas não é bem assim.

A arte de ser leve precisa ser cultivada.

Acolher.

Essa é a palavra-chave. Acolher o outro. Acolher a si mesma.

Ser leve começa como uma prática e, como tal, é exercida com certa dificuldade no começo. Pressupõe afinco. Não há atalho nem medicação para acelerar o processo.

Depois, quando se torna um hábito, a vida passa a ser diferente.

E a maior conquista de todas quando se domina a arte de ser leve é enxergar todas as possibilidades de amar. E vivenciá-las, sem culpa. Leve.

 
 
 

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Para motivações diárias

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